Bom, faz um tempinho já que não posto aqui devido à falta de tempo e à preguiça, mesmo com um aparente acúmulo de ideias na minha cabeça, dá pra uns 3 posts até AUISDHOUA
Ultimamente, com essa correria de vestibular, eu vou analisando e percebendo um estranho comportamento nas pessoas que me cercam sabe, aqui em casa, por exemplo, tá todo mundo na maior ânsia pra que eu estude pacas e tal pros vestibulares, chegam até a um quase-xiitismo à ponto de quererem me impedir de fazer certas coisas para que eu "descanse para a prova do dia seguinte e estude o dia inteiro se for preciso", o que elas não sabem é que todo mundo diz o mesmo que em véspera de prova não se estuda, se descansa, porém, não é simplesmente descansar em casa à toa - claro que se for à gosto do freguês tá valendo, né - mas é fazer o que gosta, no meu caso, sair com os amigos, ensaiar ou fazer algo diferente disso.
Falando sobre esse assunto me vem à cabeça uma história que aconteceu com um "conhecido meu" e que gostaria de contar para vocês: era um garoto que quando era criança, enquanto seus irmãos e amiguinhos da rua brincavam uns com os outros, ele estava num canto lendo um livro, estudando e escrevendo, estudou a vida toda em colégio público, mas naquela época, os colégios públicos eram muito bons, comparados aos particulares e até melhores. Quando mais velho, entrou para uma faculdade de engenharia, foi um dos melhores, sempre muito aplicado e estudioso, dava até aula lá para ganhar um troco, e, depois de formado, fez mestrado e doutorado numa das melhores e mais difíceis universidades do país, não era difícil por ser concorrida, pois isso era fácil pra ele, era por ser realmente muito difícil, exigindo um enorme conhecimento e até uma anomalia da pessoa, não são comuns os que conseguem, e ele estudava o dia inteiro, estudava das 7h às 22h sem parar, não se cansava pois gostava de estudar, fazia isso desde pequeno.
Ao ler essa história vocês podem pensar que sei lá, esse cara hoje em dia é um Eike Batista da vida, um bem-sucedido, mas não, não foi bem assim que a história terminou. Hoje eu posso dizer que esse cara fracassou, tá, ele tem uma casa, tem um belo sítio, mas em compensação, vive duro, está em processo de separação e principalmente: é alcoólatra. Aquele troco que ele tirava das aulas, era pra ir para o bar beber, quando ele não estudava, bebia, e sempre foi assim, chegava em casa bêbado, falava merda, batia em todo mundo e assim ele foi envelhecendo, dessa forma.
Posso tirar dessa história uma lição: estudar demais não vale à pena, mas tá, não é verdade AUSDHOASDHUHS ele fez tudo certo, o negócio é que de que adianta a pessoa ter um intelecto ótimo, facilidade para resolver problemas, projetar coisas e ser um profissional de ponta, se ela se deixa atingir pelas pequenas coisas que às vezes nem alguém com um currículo abaixo do dele, deixa?
Não basta só utilizar da razão para construirmos a nossa vida, devemos equilibrá-la com a emoção, o que aconteceu nessa história foi um grande apego à razão, ao concreto e esse apego foi deixando de lado a emoção, a chamada por mim "fecilidade das poucas coisas" como sair com os amigos, mesmo adulto, para fazer algo, pode beber, mas não cair e fazer merda depois, ou simplesmente viajar com a esposa e os filhos, se desapegar do material e pensar em outras coisas, em suma.
É, eu não terminei o post como queria, mas ok, acho que já deu pra entender alguma coisa =*
Como já dizia o mestre:
"Não tentes ser bem sucedido, tenta antes ser um homem de valor."
Albert Einstein
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